quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Cobertura da 5ª etapa

Olá a todos,

3ª Etapa do Paulistano Open PokerA cada etapa o Open Poker vem batendo recordes, e na 5ª etapa não foi diferente. 130 jogadores disputaram a premiação total de R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais), dos quais R$100,00 foram para o acumulado e R$ 6.400,00 para a premiação da 5ª etapa. Devemos isso a todos os participantes e colaboradores que acreditam e confiam no projeto do Open Poker.

Além do evento principal, correram 9 mesas paralelas de SnG, com valores variando de R$20,00 a R$50,00. Com 130 jogadores a estrutura de premiação chegou ao seu patamar e 27 jogadores entraram no dinheiro.

A nossa patrocinadora COPAG novamente distribuiu brindes para os participantes e, além disso, colocou à disposição troféus para os campeões das etapas do Open Poker; registro aqui o nosso especial agradecimento à COPAG. Além disso, a Card Player Brasil colocou à nossa disposição 50 exemplares da maior revista de poker do Brasil, que foram distribuídas para os 50 primeiros inscritos e baralhos exclusivos.

Essa etapa em especial as duas melhores colocadas no torneio (Ellen Flor e Liliana Hashizumi) ganharam um brindes exclusivo do Open Poker.

Veja todos os detalhes e fotos no site do Open Poker.

Pontuação 5ª etapa

Confira a pontuação da 5ª etapa e a corrida pelo título do campeão de 2010 do Paulistano Open Poker:

Pontuação 5ª etapa
LugarNomePontosGanhos
Cesar Redondo684,1R$ 920,00 (Acordo)
Celso Fernandes483,7R$ 920,00 (Acordo)
Thiago Lima395,0R$ 920,00 (Acordo)
Ellen Flor342,1R$ 920,00 (Acordo)
Fabio Toth305,9R$ 384,00
Veja a classificação completa no site do Open Poker.

domingo, 1 de agosto de 2010

O pôquer dá as cartas (capa da revista Veja)

Pôquer cai nas graças de paulistanos que curtem adrenalina das apostas

Por João Batista Jr. | 04.08.2010 - Revista VEJA

Entra ano, sai ano, surgem na cidade modismos capazes de conquistar adeptos das mais variadas classes e estilos. Reflexos do momento, eles ditam o que algumas pessoas vão vestir, o esporte que vão praticar e as gírias que vão falar.

No que diz respeito ao comportamento, a forma de diversão em alta entre os paulistanos é o pôquer. Mas não a modalidade tradicional, em que cada jogador recebe cinco cartas individuais, das quais três podem ser trocadas, imortalizada em filmes de Hollywood como 'A Mesa do Diabo', lançado em 1965 pelo diretor Norman Jewison, cujo carteado era tema central de um roteiro cheio de galãs valentões e cenários esfumaçados.

Hoje, grupos de jogadores até meses atrás leigos no universo do carteado se reúnem em suas residências, em condomínios e em clubes especializados para jogar o estilo Texas Hold'em — cada participante ganha duas cartas para combinar com cinco "comunitárias" viradas na mesa.

Segundo Igor Federal, presidente da Confederação Brasileira de Texas Hold'em (CBTH), entidade criada em janeiro de 2009, a modalidade virou uma febre. "Jovens, idosos e mulheres se rendem à agilidade desse estilo", conta ele, com certa dose de exagero.

Os motivos para o amor ao primeiro "pingo" — a aposta mínima obrigatória para entrar em uma disputa — tiveram um empurrãozinho da televisão. Alguns canais pagos começaram a transmitir torneios mundiais em que microcâmeras permitem visualizar as cartas de cada jogador. "Assim, o telespectador faz parte da mesa", acredita Federal. "Pode ver quem está com uma mão boa, blefando ou com chances reais de vencer." De três anos para cá, ESPN, Sony Entertainment Television, Discovery, Fox e Bandsports passaram a exibir atrações sobre o assunto no Brasil.

Em abril, a CBTH encomendou um parecer técnico ao jurista Miguel Reale Jr., ex-ministro da Justiça do governo Fernando Henrique Cardoso. O documento diz: "Pode-se concluir que no pôquer na modalidade Texas Hold'em, seja na forma de torneio, seja na de money game, prevalece a habilidade e não a sorte". Detalhe: FHC é adepto do estilo tradicional e joga ao lado do historiador Boris Fausto e do sociólogo Leôncio Martins Rodrigues pelo cacife de 500 reais. Outra vitória dos apostadores foi a resolução da Associação Internacional dos Esportes da Mente. Em abril, o pôquer ganhou status de "jogo da mente", como o xadrez e o bridge. "Nossa reputação está começando a melhorar", comemora o presidente da CBTH, Igor Federal.